segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Fwd: CARNAVAL DE PARIPE 2017



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From: ANDRÉ ARAÚJO <andrearaujo.ba@gmail.com>
Date: sex, 10 de fev de 2017 às 18:29
Subject: CARNAVAL DE PARIPE 2017
To: SEMOP GABINETE <semopgabinete@gmail.com>


Prezados,

Ofícios já encaminhados ao Chefe de Gabinete do Prefeito, João Roma.

Segue em cópia para o Secretário Marcus Passos, para confirmação.


Att,

André Araújo

 
 +55 71 99401-5007
        +55 71 99960-4009
        +55 71 98776-4005
        +55 71 98137-3722

--
Enviado do IPhone de André

quarta-feira, 27 de maio de 2009

SOCORRO, MEU DEUS... Dois morrem por dia em postos de saúde na capital baiana

Gustavo Eduardo Ramos é a mais recente vítima da falta de atendimento na rede pública de saúde de Salvador. Aos 44 anos, morreu na madrugada de terça-feira (25) no 6º Centro Municipal de Saúde, em Tancredo Neves.

O que pode parecer exceção na verdade vem se tornando regra. A morte de Gustavo contribui para engrossar uma estatística sombria. Em apenas quatro meses, 247 pacientes morreram - uma média de dois por dia - nos postos de saúde municipais, de acordo com as informações da Coordenação de Emergências e Urgências da Secretaria Municipal de Saúde.

Desde a última quarta-feira, Gustavo ocupava a sala de sutura da unidade, com uma lesão no pé esquerdo, em função do diabetes. O quadro foi agravado pelo estágio avançado de tuberculose.

A simples respiração de Gustavo e os escarros decorrentes da tuberculose também colocavam em risco a população. Sem isolamento adequado, ele foi 'internado' na sala reservada à aplicação de curativos, obrigando enfermeiros e médicos a utilizarem máscaras e comprometendo o atendimento à população.

'Somente na quinta-feira, deixamos de atender pelo menos 100 pessoas', calcula o gerente do posto, Raimundo Leal. Gustavo já era paciente do 6º centro há meses, onde começou e interrompeu o tratamento de tuberculose diversas vezes, o que contribuiu para torná-lo multirresistente à medicação, agravando seu quadro.

Morador de rua, já não contava com a assistência da irmã, Maria das Graças, devido ao alcoolismo que impedia o convívio familiar. 'Tenho criança pequena em casa, ficava com medo da minha neta ter contato com as secreções dele', diz ela, que tentou atendimento no hospital de referência, Octávio Mangabeira, mas não teve sucesso.
A morte de Gustavo, ironicamente, traz um alívio momentâneo à administração do 6ºcentro. O posto é hoje o único dentre as nove unidades de pronto-atendimento do município que não espera por vaga na Central de Regulação do Estado, responsável pelas internações.

Nos outros oito postos, 105 pacientes esperam por um leito. As internações de improviso não fazem parte da rotina apenas do posto de Tancredo Neves. No16º centro de saúde, no Pau Miúdo, a situação é ainda mais drástica. “Só na semana passada tivemos uma morte por dia”, conta a chefe da enfermagem Andréia Kuss, que tem 26 pacientes à espera de vagas nos hospitais.

Segundo Ricardo Gouveia, da Central de Regulação, existem mais de 700 solicitações de internação no estado, e a demanda desordenada de doentes do interior dificulta o gerenciamento dos leitos.
FONTE: CORREIO

'Plataforma de Talentos' realiza mostra cultural no subúrbio

O projeto 'Plataforma de Talentos' realiza mostra cultural de grupos das comunidades do subúrbio de Salvador nesta quarta-feira (27), das 14h às 18h, no Centro Cultural de Plataforma, com entrada gratuita.

Em sua segunda edição, o projeto que visa catalogar a produção cultural do subúrbio contará com apresentações dos grupos Dùdú Odara (teatro negro), Break Zas Crew (dança de rua), Geração K (teatro), entre outros.

Como forma de estimular os participantes, a cada mês uma comissão de técnicos e artistas atuantes no cenário baiano estará disponível para dar dicas de como aprimorar o trabalho apresentado.

Nos primeiros encontros, serão avaliadas as atrações que irão integrar o 3º Festival de Arte Caldeirão Cultural, a ser realizado de 7 a 21 de junho.
FONTE: CORREIO

Escolas da rede municipal não vão funcionar a partir desta quarta

Cerca de 180 mil alunos de 417 escolas municipais de Salvador vão ficar sem aulas a partir desta quarta-feira (27), garantiu a diretora da Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB), Elza Melo

Em reunião com a Secretaria de Educação (Smec), na tarde desta terça-feira (25), os professores resolveram manter a decisão de paralisar as atividades nos próximos três dias. Dessa forma, os estudantes ficaram fora das salas de aulas até, pelo menos, a próxima sexta-feira (29).

Os professores pedem reajuste salarial de 9,01%, a criação de um plano de saúde para a categoria e realização de novo concurso público. 'Na reunião que tivemos hoje à tarde com a Smec não houve avanço. Dos 34 pontos reivindicados, apenas dez estão em processo de negociação', explicou Elza Melo.

Segundo a Smec, a paralisação de 72 horas não vai prejudicar os alunos já que os dias de aula serão repostos. A Secretaria informou ainda que, por enquanto, não haverá corte no ponto dos professores que aderirem à paralisação e que o processo de realização de concurso está em andamento desde o ano passado. A promessa é de que o edital saia até o final deste ano.

Na manhã desta quarta, os professores vão discutir as propostas com a subchefia da Casa Civil e com o subsecretário de Educação, Elieser Cruz. Às 14h, está marcada uma manifestação em frente à Secretaria de Educação. Na sexta-feira, os professores participam de uma assembleia, quando será definida se será decretada greve a partir de segunda (1º).
FONTE: CORREIO

quinta-feira, 21 de maio de 2009

PARIPE: Falta de auxílio frusta os 130 desabrigados da Rua de Deus

Sem o auxílio moradia da prefeitura e governo, os cerca de 130 desabrigados das chuvas da Rua de Deus, em Paripe, se viram como podem para conseguir um teto num local em que a especulação imobiliária inflacionou o valor dos aluguéis, como denunciou na terça-feira (19) o CORREIO.

Aluguéis de R$ 180, em média, passaram a custar R$ 300. Cansados de esperar pelas autoridades, a maioria tira do próprio bolso para não ficar na rua ou na casa de parentes.

O operador de produções e evangélico Paulo Herique Ferreira da Silva contou com a solidariedade. Após a reportagem do CORREIO, Paulo Henrique, que ficou abrigado numa igreja, sequer precisou dar entrada. “A proprietária confiou. Disse a ela que o dinheiro do governo vai sair. Não é todo mundo que quer se aproveitar da desgraça dos outros”.

Exceção. Os que não conseguem convencer os proprietários sofrem com a alta dos aluguéis e a falta da verba governamental. Somente cerca de 30 desabrigados conseguiram teto definitivo. “Tirei de onde não tinha e paguei caro por uma casa que não valia o preço”, diz a dona de casa Fernanda Reis.
Tanto a Secretaria Municipal do Trabalho, Assistência Social e Direitos do Cidadão (Setad) e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder) alegam falta de documentação dos moradores para liberar verba.
A Conder, que cadastrou 42 famílias, exige o contrato de aluguel antes de liberar o dinheiro. “Esse é o procedimento, já que não liberamos verba emergencial”, diz a presidente do órgão, Maria Del Carmen. A Setad informou que o cadastramento das famílias está em fase de finalização.
FONTE: CORREIO

Moradores da Rua de Deus sofrem com o aumento dos aluguéis

Moradores da Rua de Deus sofrem com o aumento dos aluguéis

A rua é de Deus, mas as leis que prevalecem são as do mercado. Especificamente do mercado imobiliário. Não bastasse o sofrimento em ter as suas casas derrubadas pela enxurrada, os moradores da localidade que mais padeceu com as chuvas em Salvador até aqui, a Rua de Deus, em Paripe, agora têm que conviver com uma "infernal" especulação dos preços dos aluguéis na região.

A tragédia ocorrida há pouco mais de uma semana aumentou a procura por um teto e fez com que os valores dos imóveis inflacionassem. O aluguel de casas que antes custava R$ 180, em média, hoje chega a R$ 300, um aumento de mais de 65%.

Com os altos preços e sem o "auxílio-moradia" prometido pelas autoridades, 100 das 130 famílias desabrigadas continuam sem ter onde morar. Não há santo que empurre para baixo os preços dos aluguéis.

Desse jeito, além de rezar bastante, os desabrigados têm preferido utilizar casas de familiares, vizinhos, instituições não-governamentais e abrigos da prefeitura.

Para quem perdeu quase tudo, a especulação é um sacrilégio. "Isso é o que eu chamo de se aproveitar da desgraça alheia. Os corações dessas pessoas foram tocados por alguma força maligna", diz o operador de produção e evangélico fervoroso Paulo Henrique Ferreira.

Há oito dias, o ex-morador da Rua de Deus tem como teto a própria casa do criador: improvisou morada no terraço de uma igreja pentecostal. Levou para o templo tudo o que salvou no meio dos escombros. Beliche, armário, móveis da cozinha e fogão.

"Prefiro ficar aqui a pagar os olhos da cara de aluguel. E ainda estou protegido pelo Espírito Santo", diz, à espera do dinheiro da prefeitura. O próprio titular da Secretaria Municipal do Trabalho, Assistência Social e Direitos do Cidadão (Setad), Antônio Brito, se diz surpreso com a subida repentina dos preços dos aluguéis. "Não contávamos com isso. Essa especulação atrapalha o assentamento das famílias", admite.

Mas o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-BA) não vê nenhum milagre imobiliário na especulação em pleno subúrbio. "Isso não é novidade. A especulação existe desde que o mundo é mundo. É a velha lei da oferta e procura", diz Nilson Araújo, vice-presidente do Creci , para quem o fenômeno será passageiro.

"A especulação em lugares sem infraestrutura não costuma durar muito", ensina. Aparentemente, foi estabelecido até mesmo uma espécie de piso mínimo de R$ 250 nos aluguéis.

Não por acaso, o mesmo valor que a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder) oferece para os desabrigados. Um prato cheio para o pecado da avareza.

"Quando souberam da ajuda de custo, os donos de imóveis botaram os preços lá em cima", denuncia o líder comunitário Gilberto Santos Nascimento. Já o auxílio de R$ 150 da Setad é bem abaixo das mensalidades praticadas nas redondezas.

Uma rápida circulada pelo bairro mostra que a denúncia dos moradores procede. Na Rua da Bélgica, uma casa de cerca de 70m², dois quartos, varanda e área de serviço foi alugada a R$250 antes das chuvas.

Perto dali, na Rua Maceió, a dona de casa Ana Cláudia Ornelas, que teve a residência destruída, alugou uma casa de 25m², sem piso e teto de amianto, pelos mesmos R$ 250, só que depois das chuvas. "A casa tá cheia de goteira. Não valia mais que R$ 150", calcula Ana Cláudia, que não esperou pela ajuda das autoridades. Preferiu um esforço financeiro.

Na mesma Rua Maceió, moradores denunciam que o proprietário da casa 114, que tinha aluguel estipulado em R$ 180, fez o preço subir para R$ 300. São vários os exemplos. E mesmo que encontrem um teto mais barato em outros bairros, moradores como Ana Cláudia insistem em ficar.

Ali construíram não só casas, mas suas próprias vidas. "Minha filha estuda numa escola aqui perto.Como é que eu vou deixar esse lugar?". Para não perder as esperanças, há os que recorrem à resignação. "Deus não iria fazer isso com umarua que tem esse nome se não fosse a vontade dele", diz, saudoso, Dermeval Correia Santos, que fundou a rua há 33 anos.

Assim como ele, os demais ex-moradores a descrevem como um lugar tranqüilo, que faz jus ao nome."Isso aqui era um paraíso", define a líder comunitária Edna Pereira.

Índices Paripe
Economia
33,05% dos moradores ocupados recebiam menos que o minímo
Coleta de lixo
46,65% dos domicílios contam com o serviço
Transporte
3,99% das pessoas moram em domicílio que tem carro. No Itaigara, o percentual é de 95,21%.

FONTE:CORREIO

Parte do Subúrbio Ferroviário fica sem luz em virtude das chuvas


Boa parte do subúrbio ferroviário de Salvador está sem luz desde o início da noite desta quinta-feira (21) em virtude dos fortes ventos e chuvas na capital. Essa é a segunda vez na semana que os moradores do local sofrem com a queda de energia na região. Na terça-feira (19), a população da região da Suburbana ficou sem luz por cerca de quatro horas.
Segundo a Coelba, o blackout foi causado por problemas na subestação de Paripe. Ainda de acordo com a fornecedora de energia do estado, não há previsão de quando a transmissão de energia vai ser reestabelecida em virtude mau tempo na capital.

'A maioria das ocorrências é causada por objetos lançados pelos ventos sobre a rede, queda de árvores e galhos. Estão sendo priorizados os atendimentos às ocorrências que envolvam a segurança da população e aos desligamentos que afetam maior número de consumidores', informou a Coelba em nota oficial.
FONTE: CORREIO

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Desabamentos em Paripe estão sendo analisados

Uma sondagem do terreno vai determinar com maior precisão as causas do deslizamento de terra na Rua de Deus, no subúrbio ferroviário de Paripe, que, no último dia 8, resultou no desabamento de 70 casas. Hoje (14) pela manhã, o coordenador de Áreas de Risco Geológico da Secretaria Municipal dos Transportes Urbanos e Infraestrutura (Setin), Marco Túlio, e o presidente da Associação Brasileira de Mecânica de Solo núcleo regional da Bahia (ABMS), Carlos Carrillo Delgado, estiveram no local para uma nova inspeção.
Eles fizeram 13 marcações na área, intervenção necessária à realização dos furos de sondagens até que seja alcançado e penetrado o maciço rochoso, a uma profundidade estimada de dois a três metros. "Com a sondagem, é medido o nível de alteração da rocha, como o teor de água e a umidade", explica Marco Túlio. É utilizada na sondagem uma máquina de sonda rotativa.
O coordenador da Setin confirma a influência de outros fatores como o solo massapê, falta de drenagem da água e ocupação irregular, além da chuva. Segundo o geólogo Marco Túlio, as construções no local não atendiam aos requisitos técnicos para aquele tipo de terreno, que exige fundações profundas até que seja atingido o maciço rochoso. Nessas condições, observa, ainda que o terreno se movimentasse, os imóveis não desabariam. De acordo com ele, 100 casas continuam em observação.
Já o presidente da ABMS menciona ainda a influência da vegetação inadequada e considera que a chuva apenas precipitou a situação. "A chuva foi só o gatilho que disparou o processo", comparou.
FONTE: TRIBUNA

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Codesal tranquiliza moradores da Rua de Deus em Paripe

Apreensivos com o clima de terror que se instalou na Rua de Deus, em Paripe, depois que 50 casas desabaram e outras 150 foram condenadas pela Coordenadoria de Defesa Civil de Salvador (Codesal), os moradores afirmam serem vítimas, ainda, de informações desencontradas por parte do órgão municipal. Três dias depois de orientar as pessoas a abandonar todos os imóveis do quarteirão, técnicos voltaram ao local, ontem pela manhã e afirmaram que apenas parte da região estaria ameaçada.

"Os maiores riscos estão na região a partir do terreiro de candomblé, antes deste imóvel não há nenhum indício que comprove o perigo", diz Marco Túlio Miranda de Oliveira, coordenador de área de risco geológico da Codesal, tentando acalmar os moradores em pânico com os últimos acontecimentos.

Especialista em questões relacionadas ao solo, ele não descartou que a tragédia possa ter sido acelerada pela posição de uma torre de celular, apontada pela comunidade como a maior razão para os desabamentos. "Isso poderia acontecer de qualquer maneira, pois este solo, de massapé, é um material propício a deslizamentos", garantiu.

Diante da afirmação não faltaram questionamentos. "Se vocês da Codesal tinham consciência que se tratava de uma região arriscada a este tipo de ocorrência, então porque deixaram que as pessoas construíssem tantas casas?", indagou a dona-de-casa Ivonildes de Jesus Ribeiro Silva, 38 anos.

No intuito de esclarecer, sem muito sucesso, Oliveira disse que o local não apresentava riscos, apenas, requeria maior rigor para habitação.

"Qualquer coisa que se diga, a respeito das causas deste incidente, é apenas suposição, pois estamos estudando o problema, pode ter sido algum vazamento", diz, apontando mais uma possibilidade.
FONTE: TRIBUNA

Campanha de vacinação de idosos atingiu menos de 70% da expectativa

A campanha de vacinação de idosos contra gripe atingiu menos de 70% da expectativa da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, de imunizar 1,3 milhão de pessoas a partir de 60 anos, e teve de ser prorrogada até o dia 29 de maio. Na capital, a expectativa é imunizar cerca de 240 mil idosos, sendo que apenas 136 mil idosos foram vacionados.

Em Feira de Santana, onde o prazo também foi prorrogado para 29 de maio, foram vacinados mais de 28 mil, mas a meta é chegar em 42mil idosos vacinados.
Nos municípios de Vitoria da Conquista e Juazeiro, a vacinação foi prorrogada até sexta-feira (15). Na primeira, a meta é vacinar mais de 24 mil idosos, sendo que cerca de 17 mil já foram vacinados, na segunda cidade, a meta de 13 mil já está próxima do fim, faltando apenas mil pessoasas.
Já em Barreiras, onde a campanha de vacinação também será prorrogada até sexta-feira (15), caso a meta de 7.200 idosos não seja alcançada, o prazo será estendido para 29 de maio. Só foram vacinadas cerca de seis mil pessoas.
FONTE: CORREIO