O Ministério Público da Bahia (MP) pediu, através de uma ação civil pública, a interdição do Terminal Hidroviário de São Tomé de Paripe. O requerimento foi feito pela promotora de Justiça do Consumidor, Joseane Suzart, contra as empresas concessionárias Atlântico Consultoria e Serviços Ltda. e Sate Administradora e Serviços de Limpeza Ltda. e a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicação da Bahia (Agerba).
O terminal, de acordo com relatório de vistoria do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea), apresenta infiltrações, corrosão excessiva, desplacamento do revestimento da escadaria, fissuras e rachaduras na laje de piso e vigas, deteriorização por desgastes mecânicos, ausência de iluminação em todo o perímetro do atracadouro, além de não possuir programa contra incêndio e pânico e nem acesso adequado aos portadores de necessidades especiais.
FONTE: www.politicalivre.com.br

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