Com a chegada das chuvas, comum nesse período do ano em Salvador, cresce a possibilidade do aparecimento de casos de leptospirose, transmitida pela urina do rato e que se não tratada pode levar a morte. Para evitar a proliferação da doença, a Secretaria Municipal da Saúde já colocou em prática ações de prevenção.
O Centro de Controle de Zoonoses vem realizando um trabalho de campo para conter o avanço de roedores na cidade. Segundo a coordenadora do Plano de Controle da Leptospirose, Helena Farias, ainda no ano passado, foi feito um levantamento das áreas de risco da cidade, onde foram registradas notificações da doença nos últimos três anos. Nós treinamos agentes de saúde para percorrerem 11 áreas de sete Distritos Sanitários. O trabalho já foi realizado em 23 bairros de Pau da Lima e Subúrbio Ferroviário, atingindo mais de 40 mil casas. A visita domiciliar consiste na realização de desratização (utilização de produtos químicos na área).
O Plano de Contingência da Leptospirose tem como objetivo reduzir os fatores de exposição ambiental, por isso tudo foi feito antes da chuva. As condições favoráveis para a proliferação da doença são locais com acúmulo de lixo, esgoto a céu aberto, alagamento, lama. O indivíduo que entra em contato com esse ambiente pode ser contaminado.
Em Salvador, segundo a Vigilância Epidemiológica (Viep), 26 casos foram registrados esse ano e duas pessoas morreram por conta da doença. No ano passado, nesse mesmo período, ocorreram dez mortes, de um total de 112 notificações. De 1996 a 2007, esse número foi de 1.753 casos contabilizados.
De acordo com a coordenadora da Viep, Cristiane Cardoso, é importante que os profissionais de saúde detectem a doença precocemente e façam a notificação. "Precisamos estimular as notificações da doença para identificarmos as áreas de risco e então controlar a proliferação dos roedores. Além disso, é importante que a população esteja atenta para evitar o ambiente propício para eles. Os ratos sobrevivem onde tem água, abrigo e alimento".
FONTE. TRIBUNA
O Centro de Controle de Zoonoses vem realizando um trabalho de campo para conter o avanço de roedores na cidade. Segundo a coordenadora do Plano de Controle da Leptospirose, Helena Farias, ainda no ano passado, foi feito um levantamento das áreas de risco da cidade, onde foram registradas notificações da doença nos últimos três anos. Nós treinamos agentes de saúde para percorrerem 11 áreas de sete Distritos Sanitários. O trabalho já foi realizado em 23 bairros de Pau da Lima e Subúrbio Ferroviário, atingindo mais de 40 mil casas. A visita domiciliar consiste na realização de desratização (utilização de produtos químicos na área).
O Plano de Contingência da Leptospirose tem como objetivo reduzir os fatores de exposição ambiental, por isso tudo foi feito antes da chuva. As condições favoráveis para a proliferação da doença são locais com acúmulo de lixo, esgoto a céu aberto, alagamento, lama. O indivíduo que entra em contato com esse ambiente pode ser contaminado.
Em Salvador, segundo a Vigilância Epidemiológica (Viep), 26 casos foram registrados esse ano e duas pessoas morreram por conta da doença. No ano passado, nesse mesmo período, ocorreram dez mortes, de um total de 112 notificações. De 1996 a 2007, esse número foi de 1.753 casos contabilizados.
De acordo com a coordenadora da Viep, Cristiane Cardoso, é importante que os profissionais de saúde detectem a doença precocemente e façam a notificação. "Precisamos estimular as notificações da doença para identificarmos as áreas de risco e então controlar a proliferação dos roedores. Além disso, é importante que a população esteja atenta para evitar o ambiente propício para eles. Os ratos sobrevivem onde tem água, abrigo e alimento".
FONTE. TRIBUNA

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